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Exibindo Posts de Agosto de 2010
A ExpoSolutions, empresa focada em comunicação no ponto de venda, apresenta na Brazil Promotion seus produtos de alta qualidade. Com uma extensa lista de clientes que inclui grandes nomes como Nestlé, EletroPaulo, GE, Ford e LG, dentre outros, a ExpoSolutions se destaca no mercado por sua versatilidade, refletida diretamente em seus produtos. Por possuir a tecnologia de displays pré-fabricados a partir de módulos, a empresa recebe pedidos sem a necessidade de uma quantidade mínima, obrigação muito recorrente no mercado. Dessa forma, o cliente pode ter total liberdade sobre a quantidade do produto, personalizando ainda mais o serviço.
Entre os principais destaques para esta edição do Brazil Promotion estão os displays Moving, que, aliando beleza e praticidade, atraem a atenção do cliente. Contando com até três tipos de movimentos diferentes, o "Multi Moving", um dos displays móveis, oferece uma nova gama de opções para o cliente escolher como quer promover seu produto. Ele possui um mecanismo compacto, podendo ser adaptado também em gôndolas e prateleiras de supermercados e lojas com grande circulação de público. O "Round Moving" é um display giratório de 360 graus, dando a todos os consumidores a oportunidade de ver na totalidade aquilo que está sendo exposto sem precisar chegar muito próximo. Com esses produtos, os clientes poderão ver seus produtos "ganhando vida", em uma tática muito mais efetiva que a simples disposição estática.
Por fim, a sustentabilidade é um tema em pauta no mundo, e a ExpoSolutions leva esse compromisso com o meio-ambiente a sério. Entre as medidas tomadas para amenizar o impacto ambiental de seus produtos, a empresa adotou um sistema para que uma parte dos displays móveis funcionasse apenas a energia solar, dispensando pilhas e baterias. Assim, a ExpoSolutions promove os displays "verdes", amigavelmente ecológicos e que atendem as necessidades do cliente com um design arrojado e um ideal sustentável.
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Um ano se passou desde quando a padaria britânica AlbionCafe (http://twitter.com/AlbionsOven) começou a usar o Twitter para avisar seus seguidores quando uma nova fornada de pães quentinhos ficava pronta. De lá para cá, cada vez mais marcas ingressam no Twitter, em busca de uma fatia maior do mercado e aumento dos lucros.
As grandes empresas americanas parecem ter abraçado de vez as mídias sociais. Estudo realizado em fevereiro pela Society for New Communications Research mostrou que mais de um terço das 500 maiores companhias americanas listadas pela "Fortune" usam o Twitter de forma recorrente. Entre as cem primeiras do ranking, o índice chega a 50%.
No Brasil, a presença de uma empresa no Twitter pode dobrar a quantidade de mensagens geradas sobre a marca no microblog, segundo pesquisa realizada pelo iDigo (Núcleo de Inteligência Digital). Das 50 empresas pesquisadas, 42% têm perfil no Twitter e postam, em média, cinco mensagens por dia.
Publicitários entrevistados pela Folha são unânimes: o Twitter é uma ferramenta poderosa e fundamental para a marca de quem anuncia. O alto poder de propagação e o tamanho de sua audiência no Brasil -o Twitter é a segunda maior rede social do país, com 8,8 milhões de usuários- são alguns dos fatores citados.
Algumas empresas entenderam o funcionamento das mídias sociais e, apesar de grande parte dos perfis corporativos usar o microblog para promoções ou divulgação de produtos e serviços, já há perfis empresariais criativos.
Embora o Twitter seja o nome do momento, as empresas têm outras opções para se fazer presentes no mundo virtual. O Orkut, maior rede social do país, concentra um grande número de perfis empresariais -apesar de não chamarem tanto a atenção quanto no Twitter.
Gurus
Com a popularização do uso da ferramenta por empresas, nasceu uma indústria própria de gurus digitais, que escrevem livros e sites com dicas e prometem apontar caminhos para quem quer ter sucesso nos negócios usando o Twitter.
Confira, nesta edição, uma entrevista com Sarah Milstein, coautora do livro "Desvendando o Twitter", um dos primeiros livros sobre o serviço de microblog.
No Brasil, instituições conhecidas do país que focam no mundo dos negócios já têm cursos de mídias sociais nos quais o Twitter é destacado.
Por Alexandre Orrico
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Quinta-feira 11 foi o segundo dia da GlobalShop, maior feita do mundo em comunicação no varejo. Acompanhando as palestras e os expositores, de fato, podemos concluir que a edição deste ano reflete o impacto da crise sobre a economia norte-americana. A impressão que temos é que o mercado está assustado e buscando alternativas viáveis para adequar a comunicação no PDV.
Algumas conseqüências, entretanto, são positivas. Uma delas é a queda do custo do LED. Apesar de mais econômico e com melhor utilização do que as lâmpadas fluorescentes, até agora, o LED era menos acessível por conta do custo. Hoje, podemos afirmar que o LED barateou. Assim, acreditamos que a utilização do LED para iluminação deve apresentar uma forte tendência de crescimento.
Mesmo sendo uma das fortes tendências para a comunicação no PDV, o Digital Signage (DS) teve pouco espaço na feira. Percebemos que, considerando que muitos varejistas acabaram utilizando o meio de forma equivocada, questiona-se sobre a sua utilização. Na nossa percepção, muitos varejistas acabaram gastando muito em equipamentos e pouco em inteligência para desenvolvimento do conteúdo. É preciso utilizar o DS de forma correta, tanto com relação ao local de exposição na loja como ao conteúdo.
Por outro lado, a evolução do DS é a interatividade. Podemos perceber na feira uma grande utilização de telas touch screen, na qual o consumidor consegue saber mais sobre o produto na hora de comprar.
Também percebemos tendências que já estão presentes nos pontos de venda norte-americanos, mas que não devem chegar ao Brasil no médio prazo. A principal é o self checkout. Até mesmo como alternativa para redução de custos após a crise que abalou a economia, as redes varejistas dos Estados Unidos têm investido em checkouts que o próprio consumidor identifica o produto, conclui a compra e faz o pagamento, sem a necessidade de manter um profissional para a função de caixa.
A iniciativa reflete exatamente a necessidade de redução de custos. Percebemos que o pensamento que predomina é o de gerenciamento da escassez. É preciso tornar a operação mais eficiente, ou seja, fazer mais gastando menos.
Outro destaque desta quinta-feira foi a realização do POPAI Gala, evento no qual são anunciadas as peças premiadas no OMA - Outstanding Marketing at Retail Achievement Awards. As peças que concorreram já estavam expostas no evento e hoje já estão sinalizadas as vencedoras.
Por Leonardo Lanzetta*
*Lanzetta é sócio e diretor executivo da Dia Comunicação e diretor de imagem corporativa do POPAI Brasil.
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Exibindo Posts de Fevereiro de 2010
Desde cedo, somos aconselhados a pensar antes de agir, mas na verdade, primeiro sentimos, depois pensamos para sensações absorvidas inconscientemente.
Esta informação, em se tratando do ponto de vista das marcas e ambientação do ponto de venda, é de extrema valia. Existem uma série de ferramentas que podem ser utilizadas para despertar sensações em shoppers ou nos consumidores. Entre estas ferramentas, uma das prioridades é o uso das cores.
Ao se criar uma marca, embalagem ou a ambientação de uma loja, a preocupação com a cor deve ser primordial. A cor escolhida está ligada a identificação e, consequentemente, precisará transmitir as sensações e estimular desejos pelas quais a marca pretende ser percebida pelo seu público.
Em se tratando de ambientação das lojas, é preciso sempre pensar no PDVcomo um espaço de relacionamento e atração. Assim na maioria dos casos, as lojas geralmente utilizam uma cor padrão, na maior parte das vezes neutra, que propicie um bom destaque para as mercadorias expostas. Cores mais fortes ou diferentes podem ser distribuídas ao longo do estabalecimento, de acordo com as sensações que deseja despertar.
Para cada público e para cada mensagem que se deseja passar, há cores mais indicadas. O vermelho e o amarelo, ajuda a despertar o apetite, sendo muito utilizado em redes de fast-food em sua ambientação. O rosa e o azul, transmitem tranquilidade, muito presente em caixas de supermercados para diminuir a sensação de tempo de espera na hora do pagamento.O marrom e o verde, está relacionado ao rústico e as formas naturais, comum em áreas de hortifruit para enfatizar os consumidores a origem dos produtos ali expostos. Já o branco é a cor da paz, muito utilizado em transmitir a imagem de limpeza e inocência.
Utilizar a iluminação de forma cenográfica para alterar as cores do ambiente durante o dia, também pode ser uma excelente alternativa. O emprego de luminárias com LEDs, por exemplo, além da economia de energia, permite a diversificação das cores e pode ajudar a estimular diferentes sensações no ponto de venda.
Para escolher a melhor alternativa, o primeiro ponto é saber qual a sensação e que se deseja passar ao público em cada espaço. A partir desta definição, é possível buscar alternativas e utilizar as cores para atingir este objetivo. Para cada situação, há uma cor que pode influenciar fortemente as pessoas e ajudar tanto na atratividade, como na fidelização dos clientes.
Fonte: PDV News
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Exibindo Posts de Janeiro de 2010
Hoje, o Youtube é o segundo maior site de buscas do mundo, estando atrás apenas do Google.
A estratégia do site poderá definir se o Youtube quer se tornar uma empresa lucrativa baseada de anúncios na homepage e em campanhas em vídeos, ou se pode ter uma escala gigante como a do Google, atraindo uma série de pequenos anunciantes.
A modalidade de promoção de vídeos (Promoted Videos), o que seria o equivalente à publicidade de buscas dentro do Youtube, foi lançado em 2008 e integrado ao Adwords em outubro, que deu vazão aos anunciantes levarem facilmente suas campanhas para o site de vídeos.
A idéia é gerar uma visualização do vídeo, o que pode levar um clique para entrar em um site, enquanto no Google a proposta é gerar um clique no link patrocinado. Por causa disso, diz o Youtube, dezenas de milhões de buscam ocorrem por dia no site.
" Achamos que o Promoted Video é uma grande forma de pequenas empresas contarem sua história e atingirem consumidores com um vídeo", afirma Shishir Mehotra, diretor financeiro do Youtube.
A empresa tem trabalhado duro para ativas essas ferramentas e muitos anunciantes de busca compram campanhas no site de vídeos. O Youtube não revela os número, mas diz que já há milhares de anunciantes que usam ferramentas "self-service" para anunciar no site. Os cliques pagos no Promoted Videos duplicou no quarto trimestre de 2009, em relação aos três meses anteriores.
Fonte: Meio & mensagem
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Os investimentos em comunicação da Câmara Municipal de São Paulo serão bem maiores em 2010. Considerando a verba destinada para a contratação de uma agência de publicidade, conforme foi noticiado nessa terça-feira, 3, pelo M&M Online, e outros planejamentos de ações para os próximos meses, a verba publicitária sera de 207% superior ao ano passado.
O montante total de investimentos em comunicação deverá ser de R$ 36,8 milhões. Em 2009, a verba atingiu o patamar de R$ 12 milhões. Do total de investimentos, R$ 17 milhões serão destinados à contratação da agência de publicidade, que será incumbida de realizar um serviço de divulgação inédito e apartidário.
Outros R$ 17 milhões serão reservados para a TV Câmara e para os trabalhos do Departamento de Comunicação, criado recentemente e qu atuará vinculado ao Centro de Comunicação Institucional.
Com informações do Estado de S. Paulo.
Fonte: Meio & mensagem
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A tecnologia vem mudando e mudará ainda mais o comportamento do varejo. Os consumidores estão mais bem informados que os vendedores. O fácil acesso e a grande quantidade de informações vem mudando a maneira de adquirir produtos e serviços e, segundo os gurus do marketing, existem seis marcantes tendência no varejo:
1) Conveniência: Os clientes agoram têm pouco tempo e por isso buscam a praticidade e facilidade para comprar. As vendas online são mais uma conveniência. Disponibilize este canal, por ser uma excelente ferramenta de divulgação e demonstração de produtos, além de facilitar relacionamentos.
A regra agora é pensar na conveniência do cliente e não da empresa.
2) Customização: As pessoas querem se sentir diferentes e únicas. Querem ser lembradas, como se o atendimento fosse exclusivo.
3) Indulgência: Com a correria de trabalho e estudos, as pessoas estão tendo menos tempo para lazer e convívio familiar. Assim, estão dispostas a pagar mais por produtos/serviços que ofereçam algum tipo de recompensa emocional. Uma alavanca para o crscimento do mercado de luxo.
4) Inovação: As pessoas estão atrás de novidades. A realidade de hoje são as mudanças e por isso as empresas precisam aprender a conviver com elas e também a se recriar e reinventar, senão perderão espaço para os mais adaptáveis.
5) Varejo Sensorial: A experiência de compra tem que ser marcante. A preocupação agora é entender as necessidades e anseios dos clientes antes e melhor que a concorrência, para proporcionar-lhes uma melhor experiência de compra.
Os produtos também deve ser expostosao alcance dos clientes, dentro de condições que eles possam manuseá-los, buscando-se envolver todos os sentidos: visão, tato, audição, olfato e paladra no processo de compra.
6) Foco Obsessivo nos clientes: Normalmente, os consumidores sabem as suas necessidades, mas diante de tantas opções não sabem qual a melhor que as satisfaz e para isso precisam da ajuda de competentes consultores.
A sua empresa está preparada diantes destas novas tendências?
Fonte: PDV News
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Cada vez mais, as empresas vislumbram o esporte para se aproximarem de seus consumidores. O consumidor está propenso a aceitar a comunicação.
No Brasil, nota-se uma considerável evolução na quantidade de ações promocionais nos esportes, como licenciamento, campanhas publicitárias e até mesmo patrocínio de times e clubes, além de eventos.
O marketing esportivo brasileiro está em uma linha crescente e a grande novidade aparece na conscientização das Organizações de que o primeiro passo para se divulgar uma marca dentro de ambientes esportivos acontece "dentro de casa". A Organização precisa definir a sua identidade, posicionamento de mercado e atributos que ela deseja para si.
Percebe-se que com estes grandes eventos, a necessidade de mão de obra qualificada e excelência na prestação de serviços é muito maior, o que irá impactar na qualidade da indústria de esportes. Além disso, diversos negócios chegarão no Brasil, envolvendo so mais variados ramos de atividade, como o setor de transporte, hotelaria, alimentação, confecção e tecnologia. A Copa do Mundo é um evento gigantesco tanto na organização, infraestrutura e logística, como para novos negócios. Os olhos do mundo inteiro estarão voltados ao Brasil, onde empresas de todos os cantos terão interesse em patrocinar o evento, aumento o investimento para o país.
É a grande chance do Brasil vencer o amadorismo e crescer profissionalmente.
Fonte: Revista Promo Insights
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